Direito Cível

Atuação em demandas cíveis:
indenizações, obrigações, cobranças, responsabilidade civil, contratos e medidas judiciais/extrajudiciais.

Como podemos ajudar?

Perguntas Frequentes:

Quais documentos preciso para avaliar um caso cível?

Em geral, o ideal é reunir tudo o que comprove o fato, a relação entre as partes e os prejuízos. Normalmente ajudam: contratos, conversas (e-mails/WhatsApp), notas fiscais, comprovantes de pagamento, boletos, recibos, orçamentos, laudos, fotos/vídeos, além de documentos pessoais e, quando houver, notificações já enviadas/recebidas. Se o caso envolver cobrança, também é útil trazer extratos, planilhas e qualquer documento que demonstre a origem do valor. Ainda assim, cada situação tem particularidades — na orientação inicial, a equipe indica o que é essencial e o que pode ser complementar.

Sim, em muitos casos é possível (e recomendável) tentar uma solução extrajudicial antes de judicializar, especialmente quando isso pode reduzir tempo, custo e desgaste. Isso pode incluir negociação direta, notificação extrajudicial, propostas formais, acordo e, quando aplicável, mediação/conciliação. No entanto, há situações em que a via judicial é necessária desde o início, como quando há urgência, risco de perda de prova, prazo a cumprir ou resistência clara da outra parte. Por isso, a estratégia depende do caso e dos documentos disponíveis.

Prova, no cível, é tudo aquilo que ajuda a demonstrar o que aconteceu, quem se comprometeu com o quê e quais foram as consequências. Na prática, as provas mais comuns são documentais (contratos, recibos, mensagens, e-mails), testemunhais (pessoas que presenciaram fatos relevantes), periciais (laudos técnicos quando o tema exige análise especializada) e imagens/áudios (quando obtidos e apresentados de forma adequada). O ponto central é: quanto mais a prova for objetiva, organizada e coerente, mais fácil é sustentar a narrativa do caso.

Custas e prazos variam conforme o tipo de ação, o valor envolvido, o tribunal e a complexidade do caso. Em termos gerais, podem existir custas iniciais, despesas com diligências, eventuais perícias e outros custos do processo. Já os prazos dependem da fase (petição inicial, defesa, audiências, recursos) e também do volume do Judiciário. Por isso, na orientação inicial o escritório costuma explicar o cenário de forma transparente, apontando caminhos possíveis (inclusive extrajudiciais quando cabíveis) e os cuidados com prazos, sempre sem prometer tempo ou resultado.

No atendimento inicial, o objetivo é trazer clareza e direção. Normalmente seguimos três etapas:

  1. Entendimento do contexto: o que aconteceu, qual seu objetivo e o que você espera resolver.
  2. Análise de documentos e riscos: o que já existe de prova, o que falta e quais pontos exigem cuidado.
  3. Próximos passos possíveis: alternativas (extrajudicial/judicial), prioridades, prazos e organização do caso.

Ao final, você sai com uma visão mais clara do caminho mais adequado para o seu cenário, lembrando que cada caso exige avaliação individual e responsável.

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Larissy de Carvalho

Advogada com atuação estratégica e atendimento humanizado, dedicada à proteção de direitos e à construção de soluções jurídicas sólidas para pessoas e empresas.

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