Direito de Família
Orientação e atuação em divórcio, guarda, alimentos, união estável, partilha e inventário. Atendimento com discrição e sensibilidade.
Como podemos ajudar?
- Divórcio e dissolução de união estável;
- Guarda e convivência;
- Pensão alimentícia (fixação/revisão/exoneração, quando cabível);
- Partilha de bens e inventário;
- Medidas protetivas e urgências (quando aplicável).
Perguntas Frequentes:
É possível resolver por acordo?
Sim. Em muitos casos, é possível — e costuma ser a alternativa que reduz tempo, desgaste emocional e custos. Acordos podem envolver divórcio, guarda, convivência, pensão e partilha, desde que respeitem a legalidade e, quando há filhos, preservem o melhor interesse da criança. No entanto, a viabilidade do acordo depende do nível de diálogo, das condições práticas e da segurança jurídica do que será ajustado. Por isso, o ideal é formalizar corretamente para evitar conflitos futuros.
O que reunir para iniciar uma orientação?
Em geral, quanto mais organizado o material, mais objetiva fica a análise. Normalmente ajudam: documentos pessoais (RG/CPF), certidão de casamento ou nascimento, comprovantes de residência, e, conforme o tema, documentos como:
- Filhos: certidões, informações de rotina (escola, saúde), despesas principais.
- Pensão: comprovantes de gastos e, quando possível, informações de renda.
- Bens/partilha: documentos de imóveis, veículos, extratos, contratos, notas fiscais, comprovantes de aquisição.
- Inventário: certidão de óbito, documentos do falecido e dos herdeiros, relação inicial de bens e dívidas.
Ainda assim, se você não tiver tudo, o escritório pode orientar o que é essencial e o que pode ser providenciado depois.
Como funciona guarda e convivência em termos gerais?
De forma geral, a guarda define responsabilidades e organização da vida da criança, enquanto a convivência trata de como e quando a criança convive com cada responsável. Em linhas gerais, busca-se sempre o que preserve estabilidade, segurança e bem-estar, considerando rotina escolar, saúde, distância entre residências e a capacidade de cooperação entre os responsáveis. O mais importante é evitar decisões por impulso e construir um arranjo que seja prático e sustentável no dia a dia — e, quando possível, formalizado com clareza para reduzir conflitos.
Inventário: por onde começar?
O primeiro passo é reunir as informações essenciais: certidão de óbito, documentos do falecido e dos herdeiros e uma lista inicial de bens, dívidas e possíveis documentos patrimoniais (imóveis, veículos, contas, investimentos). Em seguida, é importante identificar: se há testamento, quem são os herdeiros e quais bens precisam de regularização. Como existem prazos, documentos e particularidades em cada família, uma orientação inicial ajuda a organizar o caminho e evitar retrabalho.
Atendimento online serve para família?
Sim, na maioria dos casos o atendimento online funciona muito bem, especialmente para orientação inicial, análise de documentos, esclarecimento de dúvidas e definição de próximos passos. Além disso, é uma forma mais discreta e prática, principalmente quando há rotina intensa ou quando as partes moram em cidades diferentes. Quando houver necessidade de documentos específicos ou etapas presenciais, o escritório orienta com antecedência.
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Larissy de Carvalho
Advogada com atuação estratégica e atendimento humanizado, dedicada à proteção de direitos e à construção de soluções jurídicas sólidas para pessoas e empresas.
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